Com ameaça de derrota, governo manobra e adia votação de royalties para educação

Com um racha na base aliada, a Câmara dos Deputados adiou a votação do projeto que destina as receitas de petróleo para educação (75%) e saúde (25%). A medida faz parte da agenda positiva do Congresso e também representa um dos pactos lançados pela presidente Dilma Rousseff em resposta às manifestações que sacudiram as ruas do país.

A retomada da votação não está definida. Pode ocorrer na próxima terça-feira ou ser concluída em agosto, após o recesso parlamentar. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), defendeu uma definição ainda nos próximos dias.

Em uma sessão tumultuada com várias trocas de acusação e que se estendeu por mais de cinco horas, o governo viu seus aliados se dividirem entre o texto aprovado pelo Senado e a versão anterior que recebeu aval dos deputados.

O motivo principal do impasse é o uso do fundo social –espécie de poupança da exploração de petróleo– para educação. Leia Mais

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