Prefeita de São Pedro do Ivaí participa de evento do candidato Aécio Neves no Paraná

IMG-20141014-WA0007A prefeita Maria Regina Della Rosa Magri participou na segunda-feira (14) de um evento de campanha do candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB), que aconteceu na Universidade Positivo em Curitiba. O tucano reuniu nesse evento lideranças da coligação e apoiadores da campanha.

Estiveram presentes o governador reeleito Beto Bicha, a vice eleita Cida Borghetti, senador Álvaro Dias, o senador eleito de São Paulo, José Serra, deputados, prefeitos, e demais personalidades políticas. Regina conta que o evento foi de grande emoção, diante do calor humano recebido pelo presidenciável, aclamado por milhares de pessoas, em sua maioria, de jovens.

“O Paraná está, em sua maioria, com Aécio. Nós fazemos parte dessa corrente pela mudança, crendo que o país precisa de novas ideias e de mais desenvolvimento. Eu vou de Aécio e tive a certeza nesse ato de campanha que a maioria dos jovens aspiram por um futuro com mais oportunidade e igualdade”, comenta a prefeita de São Pedro do Ivaí.

Os vereadores Marcos Aparecido Bernardes e Rosely Aparecida Pereira da Silva acompanharam a prefeita na viagem e também participaram do encontro com o candidato tucano.

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3 Comments

  1. De 18 a 22 de junho de 2001, foi ao ar no Jornal Nacional a série Fome no Brasil, uma das mais premiadas do telejornalismo brasileiro. Para produzir as matérias, o repórter Marcelo Canellas e o cinegrafista Lúcio Alves viajaram por seis estados e o Distrito Federal.

    A ideia das reportagens partiu do próprio Marcelo Canellas, que pretendia traçar um mapa da fome no país. Em 1998, o repórter havia procurado a direção de jornalismo da Rede Globo e sugerido a pauta. O ponto de partida seria os 50 anos de publicação do livro Geografia da Fome, do professor Josué de Castro. Mas a proposta foi recusada. Durante três anos, o repórter reuniu material para argumentar que, embora a fome fosse um tema muito discutido no país, ainda havia muito a ser mostrado. A disposição do repórter e a qualidade da pesquisa acabaram convencendo a direção do jornalismo.

    Na primeira matéria, Canellas descreveu a incidência da fome no nosso país como “uma tragédia a conta-gotas, dispersa, silenciosa, escondida nos rincões e nas periferias. Tão escondida que o Brasil que come não enxerga o Brasil faminto e aí a fome vira só número, estatística, como se o número não trouxesse junto com ele dramas, histórias, nomes”. Segundo dados oficiais, na época, existiam pelo menos 36 milhões de brasileiros que não sabiam quando teriam a próxima refeição. A cada cinco minutos uma criança morria no país, a grande maioria vítima da fome.

    Ainda na primeira matéria, a equipe entrevistou a lavadeira Maria Rita Costa, de 51 anos, que sofria de desnutrição. A situação de saúde dela era tão ruim que a equipe da Globo teve que providenciar uma ambulância para levá-la ao hospital.

    No dia seguinte à exibição dessa primeira reportagem da série, Fátima Bernardes leu uma nota dizendo que os moradores de Araçuaí, onde vivia Maria Rita, avisaram à emissora que, duas semanas depois de dar a entrevista à equipe da Globo, a lavadeira falecera. Maria Rita fora vítima de pneumonia e desnutrição aguda.

    Em outra matéria da série, Canellas mostrou que a fome pode ir além da humilhação e do sofrimento físico. Num hospital psiquiátrico em Cariri, no sul do Ceará, o repórter entrevistou o médico José Abagaro Filho, especializado em combater distúrbios provocados pela deficiência de nutrientes. Segundo o psiquiatra, está comprovada a existência de doença mental por desnutrição.
    A migração também foi tema de uma das reportagens: a história de brasileiros que vieram para os grandes centros urbanos fugindo da fome e que, mesmo longe de casa, ainda viviam na miséria.

    A última matéria mostrou uma ampla rede de solidariedade existente no Brasil, à espera de adesões. Atuam no país centenas de entidades de combate à fome, como Ação da Cidadania, Pastoral da Criança, Unicef e FAO (Food and Agriculture Organization), as duas últimas das Nações Unidas. Essas instituições agem de formas variadas, indo desde programas de geração de renda até a adoção de famílias pobres através do pagamento de mesadas.

  2. TEM CERTEZA PREFEITA QUE ESTAVA SOMENTE OS DOIS VEREADORES DE SÃO PEDRO DO IVAI QUE É DO SEU LADO – E AINDA MAIS ESTES NÃO FAZEM NADA PELA CIDADE – VC ESQUECEU DO MARCOS MASCATE DO TURCAO – DO RILDO – DO NERI DO FOTO – QUE ESTIVERAM LÁ PRESENTES TAMBEM E FOI MUITO BEM REFERENCIADO PELO APOIO AO CANDIDATO A GOVERNADOR NESTE MANDATO E NO ANTERIOR E MARCOS FOI ELOGIADO POR SER O LIDER DESTA CIDADE AO PARTIDO PSDB- REELEITO BETO RICHA E ELES APROVEITANDO A IDA EM CURITIBA TAMBEM FORAM ATRAS DE RECURSOS PARA O MUNICIPIO ESTES SIM TRABALHA PARA O POVO E NÃO PARA ALGUNS….FICA A DICA PREFEITA …VALORIZA MAIS OS CONJUNTOS DA NOSSA CIDADE QUE ESTÃO PRECISANDO SER REESTRUTURADOS E ASFALTADOS E NÃO FAZER E RAFAZER AONDE JÁ NÃO PRECISA…SER INVESTIDO O DINHEIRO…DA POPULAÇÃO DE SÃO PEDRO…PREFEITA TRABALHA. POR ATÉ AGORA NESTE ANO NÃO VI NADA DE BOM PARA A CIDADE E SE DESLIGA UM POUCO DAS USINAS E TRAS INDUSTRIAS PARA CIDADE , TEM MUITA GENTE DESEMPREGADO PRECISANDO TRABALHAR . FAZ ALGUMA COISA PELO MENOS.. QUE NOS AGRADE …POR QUE ATÉ AGORA NÃO FEZ NADA..A CIDADE NÃO CRESCE, NÃO SE DESENVOLVE . ACORDA SEUS VEREADORES DO LADO DA PREFEITA QUE NÃO FAZEM NADA PELA CIDADE…..

    • eu concordo com o amigo Elias… É preciso que olhem mais para a população de São Pedro Do Ivaí que tem tudo para crescer (mas não cresce).O povo tem que se deslocar para outras cidades atrás de emprego.Nossos conjuntos sem asfaltos,e a prefeita Regina e seus vereadores puxa saco que graças a Deus é minoria querem recapiar onde não precisa,querem asfaltar onde já tem asfalto,isso é um absurdo…

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