Polícia Civil do Paraná estoura “QG da gangue de dinamites”

DSCF2243-horzA Polícia Civil do Paraná estourou nesta madrugada de quarta-feira (06), em uma residência o “QG da gangue de dinamites”, em Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba. Cinco pessoas foram presas, suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em roubo de caixas eletrônicos.

A ação policial foi coordenada pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE), chefiada pelo delegado Sivanei de Almeida Gomes, tropa de elite da Polícia Civil, e contou com o auxílio da Agência de Inteligência da Polícia Civil do Paraná e da Diretoria da Inteligência da Secretária de Segurança Pública de Santa Catarina.

Com os suspeitos, os policiais apreenderam um fuzil 556, uma metralhadora, três pistolas, oito coletes balísticos, aproximadamente 45 quilos de emulsão explosiva – que tem capacidade para explodir até 125 caixas eletrônicos – dois rolos de cordéis, além de três carros, sendo um importado. Dos cinco presos, três estavam foragidos.

As investigações do Grupo Tigre estava acontecendo desde janeiro deste ano. Só em 2015 a gangue estourou mais de dez caixas eletrônicos no estado do Paraná e um na cidade de Navegantes, Santa Catarina, no dia 09/04. A prisão aconteceu em um tríplex na Rua Leopoldo Malewschik, no Conjunto Marinoni, em Almirante Tamandaré.

De acordo com o delegado-geral Júlio Cezar dos Reis, “nos dois primeiros meses de 2015 tínhamos uma média de 25 caixas sendo explodidos na capital e região metropolitana, hoje essa média caiu para 11 explosões, em razão do trabalho efetuado pela Polícia Civil. Vale lembrar que o material apreendido daria para explodir mais de 120 caixas eletrônicos”, afirma Reis.

De acordo com informações policiais a gangue agiu nas cidades de São José do Pinhais, Ponta Grossa, Reserva, Guarapuava, Irati e Navegantes.

Ederson Machado, de 31 anos, Ronaldo Samuel Peres da Silva, de 35 anos, Leôncio Ferreira Portes, de 21 anos, Denys Henrique Gomes, de 22 anos, Márcio Cristiano da Silva, de 32 anos, todos autuados em flagrantes pelos crimes, posse ilegal de explosivos, posse ilegal de armas e munições de uso restrito e receptação.

O secretário de Segurança Fernando Francischini, desde o início de sua gestão, determinou prioridade da repressão aos crimes de explosão de caixas eletrônicos, inclusive criou uma força-tarefa para tratar o assunto. Fotos divulgação Policia Civil.

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