Nova conselheira tutelar toma posse em São Pedro do Ivaí

A comerciante Ariane Teixeira é a nova conselheira tutelar de São Pedro do Ivaí. Ela era a primeira suplente e foi empossada na sexta-feira (25/01) na sede do CREAS de São Pedro do Ivaí, em cerimônia realizada pela Secretaria de Assistência Social. Ariane substitui Alessandra Salles de Paula e irá atuar no Conselho Tutelar até o fim da gestão complementar 2018-2019. As eleições para a próxima gestão do Conselho Tutelar serão em 6 de outubro de 2019. Os eleitos assumem os cargos em janeiro de 2020.

“Me sinto preparada para os desafios que a função exige e para ajudar na proteção dos direitos da criança e do adolescente”, disse a nova conselheira.

O termo de posse foi assinado pelo prefeito José Donizete Isalberti e pelo Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Ivan Bernardes de Camargo.

“Tenho muito respeito pelos conselheiros tutelares. São pessoas que atuam com comprometimento e responsabilidade no zelo pelos direitos de crianças e adolescentes”, disse o prefeito.

O Conselho Tutelar de São Pedro do Ivaí é formado por cinco membros com mais de 21 anos: Aline Nayara da Cunha, Silvio Leite, Vanessa Aparecida da Silva, Neri Carneiro Lobo e agora, Ariane Teixeira. A cerimônia contou com a presença de demais conselheiros tutelares, de conselheiros municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e da equipe da Secretaria de Assistência Social do município.

CONSELHO TUTELAR – O Conselho Tutelar é um órgão público municipal, responsável por zelar pelos direitos de crianças e adolescentes, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Cada Conselho deve possuir 5 (cinco) membros com mais de 21 anos, eleitos a cada 3 (três) anos pelos munícipes. Os conselheiros devem morar no próprio município e possuir reconhecida idoneidade moral. Entre as funções dos conselheiros está a apuração de denúncias de casos de abusos, maus tratos, abandono dos pais ou responsáveis, não frequência na escola, problemas de saúde, e outros. Após a denúncia, cabe aos conselheiros agirem para garantir e promover os direitos das crianças e adolescentes afetados.

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